Em um final-de-semana fomos ao zoológico com meu sobrinho. Na semana seguinte, eu estava assistindo televisão e ele falou:
- Tio, olha só eu imitando um cavalo. - E ele saiu trotando.
Sabe quando agente tá e não tá prestando atenção? Pois é, eu estava assim.
- Ah! Legal! - e voltei a assistir TV
- Agora tio, vou imitar uma zebra.
Imitar uma zebra??? Essa eu quero ver. Já até tinha esquecido o que tava passando na TV e fique olhando pra ele com toda a curiosidade do mundo.
- Você vai imitar uma zebra?
- Vou. Olha só. - E saiu trotando da mesma maneira.
- Nossa que legal, parece uma zebra mesmo.
Fiz ele mostrar a imitação pra todo mundo.
quinta-feira, agosto 31, 2006
Concurso
Concurso público. Está é a ordem em BSB. Alguns colegas de faculdade já passaram e outros estão tentando (assim como eu).
Pra falar a verdade, tá todo mundo querendo é ser funcionário público, não importa a formação acadêmica.
E passar não é fácil. E na maioria dos casos o cara tem que ser é muito bom mesmo.
Mas se todos os bons estão virando funcionários públicos, o que resta pro mercado privado? Acho que devia ser o contrário.
Bem, não adianta reclamar da privada, o jeito é ralar agora para amanhã não ralar mais.
Pra falar a verdade, tá todo mundo querendo é ser funcionário público, não importa a formação acadêmica.
E passar não é fácil. E na maioria dos casos o cara tem que ser é muito bom mesmo.
Mas se todos os bons estão virando funcionários públicos, o que resta pro mercado privado? Acho que devia ser o contrário.
Bem, não adianta reclamar da privada, o jeito é ralar agora para amanhã não ralar mais.
quinta-feira, agosto 24, 2006
Baby
quarta-feira, agosto 23, 2006
Escola
Quando eu estava na faculdade dava aulas à noite de matemática lá no Paranoá. O colégio não possuía muitos recursos. Quando aplicava testes, deixava que os alunos fizessem em duplas. Pedia que destacassem uma folha de caderno e copiassem as questões que eu colocava no quadro negro.
O cabeçalho era assim:
Primeiro colocava o nome do colégio.
Depois colocava a turma e a data.
E por último colocava assim: "Nome: Legível".
Enquanto tava escrevendo as questões, escutei uma risada. Me virei e notei que em uma dupla um aluno estava e rindo e outro todo sem graça.
O que estava rindo me perguntou: "Professor, qual o seu nome?"
Aí eu perguntei: "Como assim?" Já era metade do ano, oras.
Aí ele falou: "É que o cara aqui perguntou se seu nome era Legível".
Como proceder eticamente neste momento?
O cabeçalho era assim:
Primeiro colocava o nome do colégio.
Depois colocava a turma e a data.
E por último colocava assim: "Nome: Legível".
Enquanto tava escrevendo as questões, escutei uma risada. Me virei e notei que em uma dupla um aluno estava e rindo e outro todo sem graça.
O que estava rindo me perguntou: "Professor, qual o seu nome?"
Aí eu perguntei: "Como assim?" Já era metade do ano, oras.
Aí ele falou: "É que o cara aqui perguntou se seu nome era Legível".
Como proceder eticamente neste momento?
Jantar
Outro dia minha esposa e eu saímos para jantar. Acho que era comemoração de aniversário de alguém em uma churrascaria.
Lá pelas tantas um amigo aponta para uma pessoa e fala pro pai: "aquele cara ali é campeão brasileiro de karatê". E o pai disse: "se aquele cara é campeão de karatê, eu sou campeão de judô".
Ai eu disse: "E eu sou modelo".
Minha esposa virou e falou: "e você está disfarado, né?".
Eu e minha boca grande.
Lá pelas tantas um amigo aponta para uma pessoa e fala pro pai: "aquele cara ali é campeão brasileiro de karatê". E o pai disse: "se aquele cara é campeão de karatê, eu sou campeão de judô".
Ai eu disse: "E eu sou modelo".
Minha esposa virou e falou: "e você está disfarado, né?".
Eu e minha boca grande.
quinta-feira, agosto 17, 2006
Aparências
Para mim, julgar as pessoas pela a aparência faz parte da natureza humana. Como diz a bíblia (não lembro onde) os pecados entram pelos olhos. E não só os pecados, mas coisas boas também como compaixão e afeição.
Olha, quero deixar claro que sei que existe diferença a entre preconceito e aparência, só que pra mim às vezes é difícil distinguir.
Só acho que o ser humano é muito visual e corporal. Nós nos expressamos pela fala e pelo nosso corpo. A fala é captada pelo ouvido e é interpretada pelo cérebro. Já a corporal é feita quando fazemos a leitura dos movimentos das mão, da cabeça, dos olho e as roupas, enfim, de toda a aparência que a pessoa nos apresenta quando olhamos para ela. Mas só o visual não basta para julgar uma pessoa e é ai que entra o preconceito.
Invejo as pessoa que precisam fazer uma operação no cérebro e entram em um consultório de um médico todo tatuado e cheio de piercing e não saem correndo apesar de sua boa reputação.
Desejo chegar lá um dia.
Olha, quero deixar claro que sei que existe diferença a entre preconceito e aparência, só que pra mim às vezes é difícil distinguir.
Só acho que o ser humano é muito visual e corporal. Nós nos expressamos pela fala e pelo nosso corpo. A fala é captada pelo ouvido e é interpretada pelo cérebro. Já a corporal é feita quando fazemos a leitura dos movimentos das mão, da cabeça, dos olho e as roupas, enfim, de toda a aparência que a pessoa nos apresenta quando olhamos para ela. Mas só o visual não basta para julgar uma pessoa e é ai que entra o preconceito.
Invejo as pessoa que precisam fazer uma operação no cérebro e entram em um consultório de um médico todo tatuado e cheio de piercing e não saem correndo apesar de sua boa reputação.
Desejo chegar lá um dia.
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